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29 de jul. de 2010

PARABÉNS

Eu só me posiciono entre o casal ai da foto exatamente para isso: fotografia. Fora isso, são quase inseparáveis e comemoram mais um ano de casamento em 1o.de agosto...
E essa comemoração chega logo depois de se comemorar (dia 30 de julho) o aniversário do próprio Emilio Neto, marido da Anelise, ambos meus filhos: ele, por que não lhe foi dada opção (de escolher pai) e ela porque optou por casar com ele. Ganhei eu...rs!
Parabéns a cada um... Parabéns ao casal. Deus os mantenha com disposição de lutar, pregar, fazer e refazer. Mudar (inclusive de volta pro Brasil, o mais rápido possível). Saudade!

(corrigido dia 01.08)

15 de set. de 2009

Aniversário do Vô Emilio

Emilio Garofalo, que não sou eu, completa 80 anos hoje, lá em Bernardino de Campos(SP). O nome, "bem parecido", se explica: é meu pai e chega aos 80 com jeito de quem tá com lenha pra queimar nos próximos 80. A mãe, Trindade, chegou aos 78 em julho, com alguns resmungos, mas boa saúde. Felicidades mãe e pai. Deus continue a abençoá-los.
A estação de trem ai do lado, da mesma Bernardino de Campos, já foi um importante entrocamento da Sorocabana com ramais para Santa Cruz do Rio Pardo e Piraju (todos em SP). Ali trabalhou, até se aposentar, Caetano Garofalo, meu avô, pai de meu pai. Vô Caetano também era filho de outro EMILIO GAROFALO, nascido na Italia (como meu avô).
Não posso nem acusar meu pai de falta de originalidade por ter replicado seu nome em mim, porque acabei fazendo o mesmo com meu primogênito. O Emilio Neto!

16 de ago. de 2009

ELVIS (NÃO) MORREU EM UM 16 DE AGOSTO

Foi num 16 de agosto que Elvis Aaron Presley morreu. Aos 42 anos e solitário, como diz a manchete do jornal...
No youtube voce encontra sua última apresentação pública, na qual, como derradeira canção do show, sentado ao piano, canta "unchained melody" (http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=ZC8tI5KADy8). Acho que vale a pena dar uma olhada, já que gordo e decadente, ainda consegue emocionar pela roupa exótica - uma de suas marcas pessoais -, a linda voz e, claro, por ser Elvis.

Nasceu em Tupelo, no Mississipi (pertinho de onde hoje moram Anelise e Emilio Neto), em 1935. Morreu em 1977, exatamente num 16 de agosto, em Memphis, na casa que o Emilio Neto, que nasceu um depois de sua morte, visitou (junto com Ise, claro) recentemente e contou aqui (clique).
Atuou em 31 filmes e gravou centenas de músicas que já venderam mais de um bilhão de discos. Há na internet (google e demais genéricos) inúmeras biografias, análises e críticas sobre Elvis. Seu esplendor e decadência; seu auge e sua derrota, até que deixasse a vida para virar lenda e não morrer jamais na emoção do fã.
Ouça suas versões de "bridge over trouble", "love me tender", "it's now or never", "my way"e deixe sua emoção escolher as outras.
Nessa derradeira gravação mostrada no youtube, fica a sensação que ele canta para a Morte que o encontraria horas depois. A voz, cansada - ainda linda - canta triste:
Oh my love, my darling (meu amor, minha querida)
I've hungered, hungered for your touch (tenho ansiado por seu toque)
A long lonely time (um longo tempo solitário)
And time goes by so slowly (e o tempo passa tão lento)
And time can do so much (e o tempo pode fazer tanto...)
Are you still mine? I need your love (Voce ainda é minha? Preciso de seu amor)
God speed your love to me (e que Deus acelere seu amor por mim)

2 de ago. de 2009

EMILIO NETO E O GALO QUE SITIU

O hoje Pastor Emilio tinha três anos quando elegeu seus primeiros ídolos da TV - sem qualquer acompanhamento dos pais - o que gerou um problema! Certa tarde (imagino que fosse sábado, já que estava em casa) começou a pedir insistentemente o "galo que sitiu" sem que pai ou mãe pudessem entendê-lo, o que lhe trouxe um certo desespero até que percebêssemos ser alguma coisa na TV. Ligada, mudamos continuamente de canal até que ele voltasse a ostentar seu imenso sorriso (o mesmo que hoje o caracteriza) e apontasse, na TV, o tal "galo que sitiu".
Ufa, que alívio!!! Era um desenho animado chamado GALAXY TRIO, composto por três heróicos combatentes do crime intergalático: Homem Vapor, Mulher Flutuadora e Homem Meteoro. O cartoon foi criado por Alex Toth em 1967 e teve 20 episódios produzidos por Hanna-Barbera! De olhar fixo na tela, deliciava-se com a música e a ação
, fazendo um break antes do próximo e inevitável pedido: ir ao aeroporto ver aviões. E, pra quem não sabe, esse gosto equivale a um exame de DNA para paulistanos, que não têm a opção da praia. E ele é!!! Lembrei-me dessa história porque, dia desses, consegui um DVD com os filmes-desenhos dessa série e, exatamente hoje, ele deve recebê-lo, como presente de aniversário, lá no Mississippi (4"s", 4"i" e 2 "p"), levado pelo seu cunhado Guilherme, o Gui, irmão caçula da Anelise que vai passar uma temporada com eles lá nos States.
-o-

29 de jul. de 2009

Pastor, 31, Mississipi

Pastor Emilio, meu filho, que é Neto (eu que sou pai sou Filho), aniversaria neste 30 de julho. Nasceu em São Paulo, no Morumbi - território sampaulino - mas tem coração candango porque foi trazido ao DF (sem que fosse consultado) com 3 meses de vida. Claro que continua são-paulino e paulista, forever!
Mas, segundo ele mesmo, é mais brasiliense que a maioria dos que nasceram em Brasília (e hoje, por ser aniversário, não vou nem insistir que ele é "mesmo" é CANDANGO). A bela moça ai na foto com ele, ambos comendo catfish (nome chique para o velho bagre), a Anelise, brasiliense, casou-se com ele 6 anos atrás (aniversário de casamento em 01/08) e o acompanha nessa passagem pela America do Norte que já dura quatro anos e tem previsão de mais dois! Acho que eles têm uma sorte imensa de construirem esse pedacinho de sua história, lá lonjão, crescendo, a cada dia, um em direção ao outro. E ambos no rumo de Deus.

Parabéns cara, você faz muita falta, mas a certeza que você e a Ise são movidos (daqui pra ai e, na hora certa, dai pra cá) pela mão Divina nos conforta... Aí, ao norte do equador, acima do Rio Grande (e dos mexicanos) começa uma nova missão. E o preparo pessoal, de casal, acadêmico, intelecual (etc.UF) são,obviamente, parte do processo. Até aprender a cuidar da Sapecolina é parte!

Deus o abençoe e guarde, hoje e a cada dia de sua vida. A Deus, minha gratidão por ser parte de sua história...
Abraço forte, com saudade gorda, precisando ser emagrecida por uma visita aqui, ou daqui pra ai! Nem que seja pra comer o catfish (juntos, claro).


9 de mai. de 2009

Catarina e as mães

Este 10 de maio, dia das mães, é dia da Catarina, a Pit, mesmo que ainda não seja mãe: é seu aniversário. Na verdade Pit é meio mãezona da Sininho, uma pequetita Yorkshire, o que me transforma - a contragosto - em avô de cão, ou cadela. Na verdade, duas, já que Anelise e Emilio Neto também tratam a Sapeca como filha.
Deus abençoe as mamães e a Catarina. (Ah! e as cachorrinhas...)

6 de fev. de 2009

Por um dia como antigamente (by Tercio)

Em 22 de Abril de 1918, perto do fim da Primeira Guerra Mundial, o corpo do alemão Manfred Von Richthofen foi sepultado por seus oponentes. Conhecido por seus memoráveis feitos militares, incluindo a recordista façanha de derrubar 80 aviões inimigos em combate, o Freiherr, o "Free Lord" ou o ainda o Barão Vermelho, como ficou conhecido por seu avião vermelho e sua origem nobre, é o representante maior de uma maneira especial e diferente de se combater nessa guerra.

Em contraste aos desumanos combates travados em solo, dentro de fétidas e úmidas trincheiras, as batalhas aéreas da Primeira Guerra tinham enorme semelhança com as famosas Justas de Cavalaria da Idade Media. Nessas Justas, realizadas em torneios, o cavaleiro com sua enorme lanças de madeira cavalgava em direção ao seu adversário em arenas de até 300 metros, buscando derruba-lo de seu cavalo e junto com isso a honra e a gloria que a vitória atrelaria ao seus nomes. Não se buscava a morte do oponente (embora não tão raro isso acontecesse). A prova final de sua habilidade e o merecido respeito eram amparados por todo um sistema e um código de honra que regulava suas ações, descritos em parte na honra e no respeito aos adversários.

Se recuarmos a Roma antiga, dentro do Coliseu cerca de 70 mil pessoas se reuniam para presenciar diversos jogos cuja principal atração era a famosa batalha entre gladiadores. Há um aspecto interessante que muitas vezes passa despercebido quando se fala dessas batalhas. Embora nesse caso a margem de mortos fosse consideravelmente maior que numa Justa Medieval, uma grande parte desses combatentes vencia na verdade, pelo cansaço. Eles lutavam tão avidamente, por tanto tempo e muitas vezes com armaduras tão pesadas, que a batalha terminava não quando alguém era levado a morte, mas quando exausto, dizia que não agüentava mais e pedia pra parar (De forma semelhante como viria a fazer um lutador de Jiu-Jitsu imobilizado no tatame, ou um novo recruta quando treinado pelo implacável Capitão Nascimento). No final, cabia ao público e ao imperador decidir pela vida ou morte do derrotado.

Essa decisão normalmente se baseava no quanto o publico compreendia que aquele oponente, mesmo que derrotado, tinha lutado ou não com bravura e habilidade. Se a resposta fosse positiva, um sinal positivo era feito com o dedo polegar e sua vida era poupada, no melhor estilo Big-brother. Vale aqui destacar que, apesar da diferença da gravidade da problemática em análise, existe um profundo abismo entre os critérios culturais e morais na análise e julgamento utilizados pelo público, em relação a nossa televisiva versão contemporânea.

As batalhas dos pilotos da primeira guerra tinham também seus códigos. Por exemplo, nunca se atirava num piloto que perdesse o combate e pulasse com um pára-quedas de seu avião. Uma vez este derrubado, a batalha estava ganha e não havia mais razão para se continuar a perseguição. Alguns diriam que os generais que ficavam no solo se
aborreciam profundamente com esses sistemas e essas batalhas, dizendo que os pilotos seriam muito mais úteis bombardeando os campos inimigos do que travando esses duelos pessoais.

O episodio do enterro de Manfred Von Richthofen é descrito como uma homenagem digna de um herói. Celebrada em solo inimigo, por combatentes dos exércitos inimigos. Centenas de pilotos compareceram e comenta-se ainda que vários deles chegaram a chorar na cerimônia. Certamente, esses pilotos "marchavam ao som de um outro tambor".

Penso que talvez exista mesmo alguma razão no pensamento que diz que "os mortos governam os vivos". Ou quem sabe, apenas existam alguns princípios que no fundo governem os dois...

No dia 01 de fevereiro de 2009 fui alegremente surpreendido por um singelo episodio no esporte mundial. Na sua devida proporção, especificidade e claro, imerso na implacável piscina da sua temporalidade. No mesmo instigante principio esse episodio na verdade, foi o que se inspirou toda essa reflexão.

Não diria que sou um grande fã desse esporte... Mas certamente, fiquei fã desses caras.
Fica aqui o episodio (endereço do you tube) nas palavras deles mesmos. Eu não poderia fazer melhor...



(Este texto acima é de autoria do Tercio (o filho historiador) que não tem - ainda - um blog. Aliás, quem tem também um blog é o Emilio Neto (o filho teólogo) que por coincidência, escreveu sobre o mesmo assunto, motivado pelo mesmo evento. o texto se chama Rivalidade, Agonia e Maestria. Clique aqui para parte 1. Vale a pena dar uma conferida. Honra ainda é importante...)

28 de dez. de 2008

UM DIA ESPECIAL - UM NOVO PASTOR

O ano que ora vive seus estertores foi especial, pródigo em emoções, além dos altos e baixos do que se convencionou chamar "vida normal". Esse 2008 sempre será especial por ter sido o ano em que Emilio (EMILIO GAROFALO NETO) se tornou um Pastor, reconhecido pelos, agora, pares da Igreja, em cerimônia realizada no último 14.12.2008, na Igreja Presbiteriana de Brasília. Foi uma sucessão de emoções... A maior delas, quando pela primeira vez, ergueu seus braços do púlpito para impetrar a benção apostólica, valendo-se do texto que finaliza a Epístola de Judas:
Àquele, que é poderoso para nos preservar de toda queda e nos apresentar diante de sua glória, imaculados e cheios de alegria, ao Deus único, Salvador nosso, por Jesus Cristo, Senhor nosso, sejam dadas glória, magnificência, império e poder desde antes de todos os tempos, agora e para sempre. Amém.
Sua luta, nessa etapa de preparação ainda não terminou. De braço com Anelise (que companheira!!!) voltou ao Mississipi onde luta pelo Doutorado em Teologia e, em pouco mais de dois anos, volta ao Brasil para dar sequencia à sua missão.
Deus os abençoe...muito e sempre!
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17 de set. de 2008

É nóis na America...

Lá vamos nós (amanhã, 5a.feira 18), Tercio mais eu, no rumo norte, de encontro a algum resto de furacão (Ike medo!), prontos para assistir o Outono nascer. E principalmente, para abraçar Anelise e Emilio... (suspense) ... e a Sapeca, claro! Partimos 5a.feira, 18.09.
Pra quem não sabe: Tercio, o companheiro de viagens, é o filho que mora no quadradinho do DF; Emilio (meu homônimo) é outro filho, o mais velho, habitante temporário do Mississippi (com 4 esses; 4 is; 2 pês) marido da Anelise. E a Sapeca (Sassá pros mais íntimos), é uma cachorrinha linda de morrer que cuida do casal mississipento.
Recentemente o casal foi ameaçado (sem que a ameaça se cumprisse) por alguns furacões, mas os dois estão temendo, mesmo, é o Tercio e sua fome animal, sua cantoria desenfreada e loucura permanente. Mas é gente boa!
A gente começa por Miami, vulgarmente conhecida como capital da América Latina, depois voa para Jackson, Mi. (Catarina, peninha que vc num vai desta vez. Ano que vem, coast to coast...).


De vez em quando a gente volta aqui pra contar a história...