Mostrando postagens com marcador ESPERANÇA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESPERANÇA. Mostrar todas as postagens

15 de dez. de 2010

FELIZES TEMPOS NOVOS

O tempo é, assim, um avatar do sonho! A letra viva da esperança! O som rouco da saudade!
Em poucas horas começa a segunda década do século XXI... E nessa nascente década, muitos prodígios encantarão as pessoas, em velocidade crescente, de forma que alguns inventos desaparecerão antes mesmo de a maioria ter acesso a eles. Como aconteceu com o video-cassete; o toca-discos laser; o mini-cassete; a enceradeira; o drops Dulcora e outros...
Feliz ano novo, feliz década nova, curta esse século veloz como a luz.
A luz do tempo!

Feliz Natal.

29 de set. de 2009

OLIMPIADA RIO 2016

Pensei, pensei e resolvi aderir ao projeto Rio 2016. O Brasil e a América Sub-Rio Grande (aquele rio da divisa México-Estados Unidos), se não merecem, precisam de uma Olimpíada... e o Brasil "necesita mucho más!"
O Brasil precisa arrumar-se, aprender a receber, criar uma "indústria de turismo" que realmente faça diferença no País, crie empregos ( o turismo ainda é um dos setores que mais empregam).
Nossas cidades grandes estão deterioradas, nojentas, perigosas. A começar do Rio que só pode usar o codinome "cidade maravilhosa" por conta do milagre da Natureza que ali aplicou recortes cheios de arte e graça, frente ao mar. Ergueu morros e lagos, com Deus usando o mais poético de sua inspiração artística! Porém (eita porém) onde o ser humano botou a mão (em bom paulistanês) é tranquera. E faz isso cada vez mais, indicando que em breve tempo (talvez uma ou duas gerações mais), vá tudo pro brejo de uma vez por todas.
Vá lá que a experiência dos Jogos PanAmericanos tenha sido meio desastrosa, mas que até isso seja usado como ensinamento ("sábio quem aprende com seus erros e os erros dos outros"). Porque se o Brasil lograr rearrumar o Rio, outras cidades como São Paulo, Brasilia, Bel-Zonte e outros, recuperariam a esperança, criariam um parâmetro e um objetivo e deixariam de ter desculpas para o processo de deterioração crescente em que se enfiaram. E isso vale para também para praças do tipo Campinas, Anápolis, Ribeirão Preto, Uberlandia, Joinvile, ou sejam, cidades não capitais mas que, por grandes (inchadas), incorporam as mazelas.
Olimpiada em si, não é algo milagroso. O "milagre da redenção urbana" poderia ser feito a qualquer tempo, mas não é: o tempo passa e ninguém faz. Uma Olimpiada daria aos governantes um grau de responsabilidade que nem mesmo eles ainda avaliaram que, por uns 5 ou 6 anos,teremos que evoluir 50 em ordem, hotelaria, civismo, estradas, educação, saúde (já pensou Olimpiada em tempo de epidemia de dengue?). Se lograrem engajar o povo e o "setor privado" no objetivo, podemos começar a mudar o Brasil. Pra melhor...ufa!

-

21 de jun. de 2009

ESPERANÇA

Nas vielas escuras dos meus pensamentos

Mal iluminados por meus olhos semi-abertos

Nas serranas imagens dos sentimentos

Navegam, inquietos, sonhos incertos.


E são pura esperança, nessa madrugada fria,

Eis que já é inverno no meu tempo de vida

Mas me enternecem, com inefável magia,

As certezas que ora habitam minh'alma ferida!


Sei que na próxima aurora a estrela renasce

E vai fazer luzir os caminhos dessa etapa,

A partir da estação feia que esfria-me a face .


Dos pingos gélidos dessa chuva que o ir empata

Me livraria, mesmo se toda lã do mundo usasse,

Pois tenho que ir, para onde ir e tenho data!

-o-


17 de abr. de 2009

CAMPO DA ESPERANÇA

Brasília, DF, tem algumas características especiais. O cemitério é uma delas. Cemitério? Isso mesmo, lá onde se mora até o infinito! A Necrópole...
Veja que normalmente cemitérios são "da Saudade", "do Redentor", "do Ghetsêmani"(remissão ao local onde se iniciou o sacrifício de Cristo), mas o de Brasília se chama CAMPO DA ESPERANÇA. Democrático, ecumênico e - como se percebe pelo nome - promissor, o campo da esperança brasiliense reserva um terreno igual para cada um, coberto de grama e um identificador padrão, como se vê na foto colorida por visitadores, num desses dias em que se homenageiam os finados.

A cidade nasceu da esperança.
Traqu
inagens à parte, que não ocorrem porque "a capital é Brasília", mas porque "a capital é em Brasília", como já foi no Rio e em Salvador. Pra onde for a capital, a traquinagem vai tentar ir junto... junto com o poder e a chave do cofre.
A cidade vive da esperança dos filhos dos pioneiros que lá chegaram de todos os cantos do País. E mesmo na morte, o Campo da Esperança é referência a uma pós-vida melhor, para os que vão tê-la.