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7 de jul. de 2011

ALGUMAS IMAGENS DE DUBAI

Todo mundo sabe que em Dubai está o edificio mais alto do mundo, o Burj Al Arab. De seu mirante a mais de 500 m de altura, se vê essa paisagem quase veneziana de casas e edificios cercados de uma grande quantidade de águas. Ficam aos pés do Burj e compõem o Dubai Mall considerado o maior shopping center do mundo.

(CLIQUE SOBRE AS IMAGENS PARA AMPLIAR)



No interior dos shoppings, luxo e criatividade. À esquerda o Dubai Mall.
À direita e abaixo, imagens do Mall of the Emirates







Até uma estação de esqui na neve se pode encontrar no Mall of the Emirates, bem no deserto onde a temperatura externa preponderante é superior a 40 graus. A Ski Dubai é parte do shopping.






Os hoteis são muitos e luxuosos. Aqui o Burj Al Arab Hotel, em Jumeirah (praia), sua arquitetura única e seu interior luxuoso. Os preços são bem razoáveis na maioria desses hoteis (exceto esse ai das fotos, um dos mais caros do mundo)





A arquitetura urbana é um dos pontos que mais chamam a atenção em Dubai, com prédios ousados e diferentes, às vezes compondo uma paisagem "futuristica". As fotos ao lado foram sacados do alto do hotel Shangri-lá.

15 de jan. de 2011

DEJA VU EM DUBAI

Tem uma coisa em Dubai, até prosaica, mas que, no fim, é o que mais emociona na visita àquela terra. Um mirante, no alto do Burj Kalifa Bhin Zaid (o tal do prédio mais alto do mundo) quando apontado para a cidade de Dubai, dá a opção de se ver, através de suas lentes, imagens do passado, como era aquele lugar décadas atrás. Do tipo “antes e depois”, sendo que o “depois” é uma simples vista natural do estágio atual.

Como no filme DEJA VU, na cena em que Denzel Washington em louca carreira de moto fica com um olho no passado – por meio de um equipamento especial – e outro no presente, até para poder dirigir pelas ruas da cidade. E é importante não esquecer o passado, até porque somos sua conseqüência...

(Valeu a lembrança, Marden)

11 de jan. de 2011

Viagens (VII) - conhecendo DUBAI

Passamos por Dubai, nos Emirados Árabes Unidos-EAU na ida e na volta da viagem à China. Na ida, apenas a visão do aeroporto de tamanho descomunal, onde o conjunto das salas vip já é maior que o nosso aeroporto de Cumbica inteiro. Um luxo! Na volta, como chegamos no sábado, optamos por passar o fim de semana (sem custos para o empregador, claro) conhecendo um pouquinho de Dubai. Estavamos dois do Ministerio da Fazenda: Marden e eu (na foto dentro do avião).

Dubai é um dos sete emirados (unidos) e a cidade mais populosa deles, com aproximadamente 2.2 milhões de habitantes. Quer dizer, a população do Uruguai, ou, um pouco menos que Brasília. A cidade de Dubai está localizada ao longo da costa sul do Golfo Pérsico, na Península Arábica, na Ásia.

Dubai é um conjunto de obras faraônicas (como lá não tem faraó, talvez devêssemos chamá-las "emirônicas", já que se trata de um emirado), prodígios de verdade, no meio de um deserto e a beira mar. Cidade internacional, com trabalhadores oriundos de mais de uma centena de países (um dos orgulhos locais), mescla visitantes exóticos (gente do Brasil, por exemplo) em trajes sumários com senhoras no tradicional recato que lhes impõe o uso das burcas.

Shoppings e Malls luxuosíssimos - um deles tem uma estação de esqui (foto abaixo à direita) onde neva e se pode escorregar num trenó, ou esquiar, mesmo que lá fora a temperatura chegue a 50 graus - onde se pode comprar tudo (ou quase tudo) de qualquer lugar do mundo (ou de quase todos...).

Uma das visões mais impressionantes de Dubai, sem dúvida, é o Burj, Kalifa, o edificio mais alto do mundo, com um mirante (acessível por elevador, que ninguém é de ferro) a 550 m de altura. Verdade que se avista muito mais deserto e mar que qualquer outra coisa, mas que impressiona, impressiona! Impressionam também as ilhas artificiais, uma compondo uma imagem de uma palmeira, outra desenhando um mapa mundi, mas que não se admira plenamente desde o chão (ou mesmo do mirante lá do Burjão), mas se revelam magnificas vistas do avião (primeira foto no alto à esquerda - clique para ampliar). Nelas se constroem casas para milionários de qualquer parte do mundo.

A hotelaria é de primeiríssima linha e os preços são acessíveis, ao menos na época em que passamos por lá (outubro, baixa estação). E apenas nos hoteis se pode tomar bebidas alcoólicas, porque nos restaurantes de rua ou nos shoppings, álcool zero. Restaurantes também excelentes, principalmente nos hoteis, a preços mais baixos que no Brasil, para dizer o mínimo.

O calor é brutal. Na prática há que se tentar passar a maior parte do tempo em áreas com ar condicionado, ou seja, nos interiores de hoteis, shoppings, restaurantes, etc.

O que mais gostei? Fácil: no trecho Dubai-Pequim, na ida e na volta, viajamos no A380, o maior avião do mundo. Mas isso vale outro post!

(clique sobre as fotos para ampliar)


10 de jan. de 2011

O aquário em Dubai - caminhando entre os peixes

Todas as fotos deste post (clique sobre elas para ampliar) foram tiradas no aquário do Shopping Dubai.

Diferente da maioria, nesse aquário, em especial, existe um túnel transparente que o atravessa e nos permite ver os animais marinhos acima e ao lado,
não raro dando a assustadora impressão que um tubarão ali nos olha com segundas intenções.

Aquela região desértica, como bem sabemos, não é pródiga em belezas naturais (para dizer o mínimo) e aqueles que tentam transformar a área em polo turistico desenvolvem esse tipo de atração para compensar, muitas vezes com sucesso. É assim que a cidade dispõe também de um centro de esqui na neve, um aparente contrasenso para um caliente deserto, mas já mostramos essa verdadeira travessura em outro post. (http://emiliogarofalo.blogspot.com/2011/01/viagens-vii-conhecendo-dubai.html).

Da mesma forma, compõem esse contexto hotéis magnificos, ilhas artificais onde estão algumas das mais ricas mansões e alguns dos mais belos hoteis do universo, o edificio mais alto do mundo e seu estoanteante mirante a mais de 500 metros de altura e muitas outras construções.

Mas o tal aquário é impressionante e caminhar por seu interior, vendo e sendo visto (a impressão que dá, às vezes, é que os peixes vão ali ver os humanos, é uma experiência magnífica. Recomendo!
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